terça-feira, 15 de maio de 2018

Lagrimas Azuis de Iraci Pacheco

Breve comentário

O livro de cunho genealógico “Lágrimas Azuis”  da professora Iraci Pacheco além de nos ajudar a encontrar  nossa identidade, faz parte dos registros históricos da região que envolve  Mairi.

Ajuda também a retratar a  e região ao abordar os hábitos, a paisagem, a cultura do sertão.

O livro de Iraci foi um grande achado e que me ajudou muito. Ela é prima de Minha mãe  e  relata fatos dos nossos ancestrais com muita propriedade.

Seu bisavô Calixto Pereira Pacheco, homem rico e todo poderoso, dono do povoado de Várzea da Roça, que guardava dinheiro num saco, no forro do seu grande casarão.

Seus relatos se tornaram um norte orientador das  histórias da região a exemplo:  “Mairi-cidade do Monte Alegre”, encravada nas encostas da Chapada Diamantina, quando cita sua fundação entre 1750 a 1800, liderada pelo frei Apolônio de Toddy. Cortado pelo rio Jacuípe, o município limita-se com Várzea do poço, Mundo Novo, Baixa Grande, Capela do Alto Alegre, Pintadas e Várzea da Roça. Monte Alegre de Nossa Senhora das Dores, como bem disse, foi elevada à categoria de vila e sede de município em 31 de dezembro de 1857, desmembrado do de Jacobina. A vila passou a ser cidade em 5 de agosto de 1897. Em 1944 passou a denominar-se de Mairi, aldeia de branco na tradução indígena. 

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