Breve comentário
O livro de cunho genealógico “Lágrimas Azuis” da professora Iraci Pacheco além de nos ajudar
a encontrar nossa identidade, faz parte
dos registros históricos da região que envolve Mairi.
Ajuda também a retratar a e
região ao abordar os hábitos, a paisagem, a cultura do sertão.
O livro de Iraci foi um grande
achado e que me ajudou muito. Ela é prima de Minha mãe e
relata fatos dos nossos ancestrais com muita propriedade.
Seu bisavô Calixto Pereira Pacheco, homem rico e todo poderoso,
dono do povoado de Várzea da Roça, que guardava dinheiro num saco, no forro do
seu grande casarão.
Seus relatos se tornaram um
norte orientador das histórias da região
a exemplo: “Mairi-cidade do Monte Alegre”,
encravada nas encostas da Chapada Diamantina, quando cita sua fundação entre
1750 a 1800, liderada pelo frei Apolônio de Toddy. Cortado pelo rio Jacuípe, o
município limita-se com Várzea do poço, Mundo Novo, Baixa Grande, Capela do
Alto Alegre, Pintadas e Várzea da Roça. Monte Alegre de Nossa Senhora das
Dores, como bem disse, foi elevada à categoria de vila e sede de município em
31 de dezembro de 1857, desmembrado do de Jacobina. A vila passou a ser cidade
em 5 de agosto de 1897. Em 1944 passou a denominar-se de Mairi, aldeia de
branco na tradução indígena.

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